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Sorteio! Livro "Que viagem" de Cinthia Zagatto

Um dos princípios do PN é ajudar a literatura nacional jovem contemporânea. Por isso, é um imenso prazer trazer essa parceria com a autora Cinthi Zagatto com objetivo de sortear um exemplar do livro Que Viagem. Participe do sorteio e quem sabe você não embarca nessa viagem com a Maria Alice!

Cinthia Zagatto, autora de Que viagem
Para você entender melhor a história desse livro, leia a sinopse a seguir:

O que aprendi lendo Céu Sem Estrelas, de Iris Figueiredo

Há algumas postagens anteriores (bem no estilo recapitulação de seriado), eu falei um pouco sobre o sentimento que todo blogueiro passa de querer desistir do blog. Vasculhando os rascunhos do PN eu encontrei uma ideia abandonada de uma reflexão que o livro Céu Sem Estrelas, de Iris Figueiredo, despertou em mim. Mas hoje, depois de um certo tempo da leitura, eu acho muito pouco falar sobre um ponto específico, já que o livro me ensinou tantas outras coisas.


Bienal do Livro 2018: Autoras nacionais que você não pode deixar de conhecer

A Bienal está chegando e muito se fala dos autores internacionais e já super conhecidos da galera. Que tal explorar o evento esse ano de uma forma diferente? Hoje a equipe do PN selecionou algumas autoras que estarão na Bienal do Livro de São Paulo 2018 e você não pode deixar de conhecer o trabalho delas - comprar o livro, tirar foto, pegar autógrafo, apertar e amar! 


Como ajudar os jovens escritores nacionais?

Você já pararou para pensar do que os escritores nacionais vivem? Acredite, escrever palavras bonitas - infelizmente - ainda não paga boleto. E mesmo os autores publicados por grandes editoras são pouquíssimos os que conseguem viver dos direitos autorais dos livros. Ainda assim, a paixão pela escrita é tão grande que eles continuam escrevendo.


No post de hoje apresenta a realidade e algumas formas de incentivar os autores nacionais. Afinal, nós temos o maior orgulho da nossa seleção de futebol (aproveitando aí, o momento "copesco"), por que não apoiar a nossa literatura nacional? Nós vamos usar nossas autoras-colunistas como exemplo desse post, porque somos nepotistas (haha brincadeira. Ou não). Mas isso vale para milhares de autores que estão na luta. 

Resenha: Amor Plus Size

Há uns dois anos tive a oportunidade de conhecer duas autoras nacionais (que eu espero que todos que frequentem o blog conheçam bem): Aimee Oliveira e Clara Savelli. Imediatamente, comprei seus livros, os li e me encantei com as desventuras românticas de Louise e Julie, suas protagonistas dos livros publicados.



Eu tive muitas primeiras bienais - "Minha Primeira Bienal" por Larissa Siriani

Eu tive muitas primeiras bienais. Acho que, de uma certa forma, todas elas são primeiras em alguma coisa.


A primeira bienal a que eu fui foi uma das experiências mais legais da minha vida. Eu sempre gostei de ler, e quando minha escola organizou a visita, foi amor à primeira vista. A Bienal naquela época era muito menor do que é hoje, mas fiz valer cada centavo do vale-compras que nós ganhamos. Lembro das cores, da grandeza de tudo, e me pergunto se não foi aí que nasceu minha paixão real por livros. Algo que fosse capaz de gerar um dia tão maravilhoso merecia todo o meu amor.

Foi ali que meu primeiro romance nasceu - "Minha Primeira Bienal" por Natalia Oliveira

Oi pessoas, meu nome é Natalia Oliveira, na internet também sou conhecida como Nolipa e sou escritora. Hoje estou aqui a convite do Psicose da Nina para contar um pouquinho da minha primeira Bienal. Minha primeira e única Bienal foi há dois anos trás, em São Paulo 2016. Embora eu leia desde muito pequena, até então não era imersa no mundo literário ou nesta tribo específica, portanto não fazia a mínima ideia que este evento existia. É interessante dizer que até este evento eu não era uma escritora e nem tinha a menor pretensão de ser, mas falarei mais sobre adiante. 


LER - Salão Carioca do Livro 2018

A equipe do PN marcou presença no LER - Salão Carioca do Livro. O evento aconteceu na Biblioteca Parque Estadual no último final de semana e contou com uma programação intensa, que mesclou todas as artes como forma de enaltecer a literatura.


Quatro anos carregando livro embaixo do braço

Comemoramos hoje quatro anos que Mocassins e All Stars ganhou sua primeira edição. Foi numa tarde de domingo, em Botafogo, em uma casinha simpática em uma rua pouco movimentada que eu e Aimee Oliveira lançamos nossos livros. Sim, porque hoje também comemoramos aniversário de publicação de Pela Janela Indiscreta. O Psicose da Nina cobriu tudo, já que eu e Dani somos amigas há muito mais que 4 anos. Esse post é para celebramos essa data, mas também considerarmos um pouco tudo que rolou nesses últimos anos.



3 coisas que aprendi na minha primeira Bienal - "Minha Primeira Bienal" por Aimee Oliveira

Olá! Meu nome é Aimee Oliveira, sou escritora e vim aqui contar sobre minha primeira Bienal. Que, por coincidência, também foi um dos primeiros eventos literários que participei.

Preciso dizer que meus nervos estavam à flor da pele?

Porque claro que eles estavam. Como nunca antes!

A sensação de finalmente poder correr atrás do meu sonho, depois de esperar mais quatro anos para o meu livro ser publicado era muito intensa. E contrastava com a igualmente intensa certeza de que eu não tinha a MENOR IDEIA do que estava fazendo.

Mas, esperava eu, no decorrer da Bienal de São Paulo de 2014, começaria a aprender.

E assim foi.

Sendo que o aprendizado nunca acaba. Sinto que ainda tenho UM BATALHÃO de coisas para aprender.

Mas vou listar aqui o que aprendi durante minha primeira Bienal, que para muitos escritores pode ser óbvio, mas para esta autora independente/iniciante/ligeiramente sem-noção foram ensinamentos muito valiosos:

Projeto "Minha primeira Bienal"

A equipe do PN começou o esquenta para Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Faltam menos de três meses para o evento e resolvemos lançar o projeto "Minha primeira Bienal". Nós vamos convidar autores nacionais e alguns blogueiros para compartilhar experiências, textos ou causos sobre esse tema. 


LER - Salão Carioca do Livro divulga a sua programação

Talvez eu seja uma das pessoas mais entusiasmada com o novo evento do LER. Tudo isso porque eu tive uma ótima experiência no primeiro evento em 2016. O evento esse ano promete a participação de mais de 100 criadores, artistas e pensadores que estarão durante os quatro dias em conversas, oficinas e apresentações. O evento será realizado na Biblioteca Parque Estadual (do lado Campo do Santana e estação de metro central) entre os dias 17 e 20 de maio

Raphael Montes estará no LER na sexta (18/05) compondo o debate sobre Crime Verdade e Ficção junto com a escritora e criminóloga Ilana Casoy.

O que eu mais gostei do LER é essa proposta em oferecer um evento de qualidade, diversificado e, principalmente, gratuito. A curadoria tem a preocupação em trazer escritores, editoras e livrarias que representam um pouco de todas as vozes, além de proporcionar um ambiente que atende a todos os públicos oferecendo desde exposições e rodas de bate-papo até oficinas de escritas. E, principalmente, não deixando de fora outras formas de cultura além da literatura, também trazendo a tecnologia, a música, o teatro e o cinema para compor esse evento.

Você pode conferir a programação tanto na fanpage do evento, como no site. Mas fique atento, algumas atividades oferecem vagas limitadas!

Resenha: Mate-me quando quiser

"Caro Soares,
Fico satisfeita de que já tenha recebido todo o dinheiro. Em anexo, estão a sua passagem para Barcelona e a minha fotografia. Abaixo, o endereço do hotel onde ficarei hospedada. Mate-me quando quiser, ou melhor, no dia que lhe convier dentro dos próximos quatro meses. A única coisa que peço é discrição. Você sabe quem eu sou, mas não quero saber quem você é."



Com esse trecho, alguns selos e um pequeno mapa da Espanha, a quarta capa de Mate-me quando quiser me instigou a atenção. Encontrei esse livro em uma Bienal do livro e, por recomendação da Aimee (nossa colaboradora), comprei e não me arrependi em nada.

Confira o resultado do SweekStars

Ano passado, eu compartilhei aqui no PN a felicidade que foi receber o convite para ser uma das juradas do SweekStars. Posso contar um segredo? Foi muito legal ler tantas histórias incríveis! E, ao mesmo tempo, foi um desafio enorme ajudar a escolher os finalistas e vencedores. Mas aqui estão eles:


Deixa as pessoas: preconceito com gênero literário?

Hoje a coluna é pra ser curta e grossa, como a resposta que todos nós precisamos dar para qualquer um que começar a bostejar qualquer tipo de preconceito do nosso lado. Hoje vamos falar de preconceito com gêneros literários e a necessidade que certas pessoas sentem de denigrir um gênero em favor de outro ou de categorizar todo um gênero como algo completamente sem prestígio e sem valor.

No final do ano passado, a internet foi tomada por debates sobre esse assunto depois que um post ridículo de um ser humano que falava basicamente o que comentei no parágrafo aí de cima. Essa não foi a primeira vez que uma discussão do gênero assolou as redes sociais e, com certeza, também não será a última. O preconceito literário existe e está sendo difundido por aí. É nossa obrigação como leitores e escritores lutar contra ele.

"Mas, Clara, o que é preconceito literário?"

Se você vive embaixo de uma pedrinha e não teve o desprazer de ver ninguém comentando nada nocivo sobre livro nenhum, te explico: preconceito literário é quando alguém julga um livro ou um gênero pejorativamente, desprestigiando-o em relação àqueles livros que são entendidos como "verdadeira literatura".


O romance erótico, o "chicklit" (esse termo já dá uma outra coluna, né?) e os livros adolescentes (YA) são alguns dos gêneros mais atacados por essas pessoas maravilhosas. 

Eu falei que a coluna ia ser rápida porque eu acredito que em pleno 2018 eu não preciso mais EXPLICAR porque que ter preconceito com algum gênero literário é completamente antiquado e conservador, né?

Os gêneros mais criticados são, justamente, aqueles que mais trouxeram novos leitores para o mercado e mais formaram novos amantes de livros e da literatura. Os jovens são o maior público consumidor de livros e as mulheres sempre leram mais do que os homens (desde que elas tiveram autorização pra ler e viver uma vida como um ser humano, né mores?).



E se você quer que todo mundo só leia aquilo que você gosta, você tá errado, amor! Somos livres para ler aquilo que nos faz feliz, que enche nosso coração de emoção e que nos faz sair correndo para a livraria! Que mania de querer se meter na vida dos outros! Deixa as pessoas lerem Machado, John Green, E.L. James, Meg Cabot, Larissa Siriani, Stephanie Perkins, Julia Quinn, Anna Toad, Lolita Pille, Proust... DEIXA AS PESSOAS.

Seu palpite será muito bem-vindo quando ele for requerido. Até lá, vai ler o que você quiser e não se mete na leitura dos outros! Nem na escrita, né? Se eu ganhasse um centavo para cada olhar desaprovador que eu ganho quando digo que escrevo livros para adolescentes (mas isso é história pra outro post...). Para fechar o post com um lindo hino de 2017, mas que será para sempre atemporal:


Resenha: 32 Cartas

Olá, seus lindos! Enfim, férias da faculdade. Só vem Natal, melhor época do ano! Você também estão animadinhxs?

Hoje eu trouxe pra você uma resenha sobre um livro de autor nacional. Sempre bom enaltecer talentos do nosso país, né? O livro de hoje se chama 32 Cartas, do autor mineiro Aguinaldo Tadeu


Cofundadora do Sweek conta tudo sobre a plataforma em entrevista exclusiva

O PN tem o prazer em convidar os leitores do blog para ler a entrevista feita com Veronika Kartovenko, cofundadora do Sweek. Ela nos conta tudo! Desde a criação da plataforma, os seus diferenciais em relação as outras e os planos para o futuro. 

Veronika Kartovenko e Sabine van der Plas, cofundadoras do Sweek.

Resenha: Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca

Eu ganhei esse livro no último evento da Editora Sextante e, em um primeiro momento, eu achei que pudesse se tratar de um romance sobre sorte no amor. Só que o livro de Ique Carvalho vai muito além do amor vendido pelos postes. Ele fala sobre as múltiplas formas de amar, através de crônicas baseadas em histórias reais. 


Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca é uma compilação de crônicas onde o autor compartilha seus pensamentos e experiências sobre amor e relacionamentos, desde amizade até namoros e casamentos. Todas as crônicas envolvem o período em que ele teve que lidar com um término de relacionamento traumático e, logo em seguida, a notícia do seu pai ter sido diagnosticado com uma doença degenerativa grave. 



Eu já comecei quase chorando no final do primeiro texto. Ique Carvalho não tem medo de expor os seus sentimentos. Ele compartilha histórias e opiniões que faram você repensar a forma de amar. O autor explora muito o tom de conversa, o que torna a leitura mais pessoal. Não é atoa que seus textos viralizaram na internet. Ique nos ajuda a pensar tanto na questão do amor ao outro, como nos ajuda a lançar um olhar para o nosso amor próprio. 

As histórias mais bonitas, com certeza, são as que envolvem o seu pai, que parece ter sido uma forte influência no modo como Ique enxerga a vida. No último texto, Trago seu amor de volta, ele conta sobre como através de um desafio proposto pelo seu pai, Ique desvendou o caminho para superar o coração partido. 


Não é um livro de auto-ajuda, apesar de eu acreditar que ele ajude muitas pessoas com as suas mensagens. E independente dele ajudar ou não, vale muito apena conhecer o papo envolvente do autor, que traz uma pegada forte e genuína. São textos curtos com uma média de três páginas e que ainda possuem indicações de músicas para serem escutadas enquanto você lê.

Para finalizar, o trabalho editorial da Sextante está uma graça. A capa tem uma textura áspera imitando uma parede com pátina. Dentro do livro, além de ter os QR codes para ter acesso as músicas e playlist, páginas verdes com frases e ilustrações compõem a edição. 

Agora que está chegando o final do ano, eu só consigo pensar em possíveis presentes de natal. E, com certeza, o Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca é uma ótima opção. 

Se interessou pelo livro? Então, aproveita que ele está sendo sorteado na página do PN! O sorteio vai até dia 13/11/2017. Acesse esse link e saiba como participar. 

Mais sobre o livro

Título original: Trago seu amor de volta sem pedir nada em troca
Autora: Ique Carvalho
Ano: 2017
Editora: Editora Sextante
Páginas: 240