Aggretsuko é novo anime original da Netflix que todo mundo precisa ver, principalmente, se você é um jovem adulto. Não se engane pelos traços fofinhos, o anime faz fortes críticas a relacionamentos abusivos no ambiente de trabalho e outras frustrações envolvendo a vida adulta. Então, aproveite o feriado do Dia do Trabalho e faça uma maratona dessa série.
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Resenha: Coragem
Esse mês nossa equipe recebeu o novo lançamento da Editora HarperCollins, o livro Coragem de Rose McGowan. Uma espécie de biografia e relatos da vida da atriz, conhecida por papeis interpretados em Geração Maldita, Pânico, entre outros filmes, e a série Charmed. Nesse livro, ela expõe não apenas os problemas envolvendo abusos na indústria cinematográfica, mas todos os problemas de misoginia da nossa sociedade através da trajetória de sua vida.
Rose McGowan não polpa detalhes ao falar sobre suas experiências fazendo uma avaliação bastante consciente das coisas pelas quais passou. Ela começa desde a sua criação, dentro de uma espécie de seita hippie.E, a partir desse conceito, ela desenvolve críticas a Hollywood fazendo um paralelo com essa ideia de como é difícil enxergar que você está em uma seita e as dificuldade de romper com isso. Rose conta toda a sua trajetória, tanto profissional como pessoal, os abusos que sofreu por diretores e relacionamentos abusivos até o momento que ela percebeu que podia quebrar esse círculo e que tinha uma voz.
"Não entre no jogo do sistema. Seja melhor. Pense de modo diferente. Sei que você consegue. Sei que pode mudar o mundo, começando pelo seu, tendo coragem."
Os relatos são bem pessoais e Rose tenta ao máximo estabelecer um diálogo com o leitor ao expor sua ideias. Muitas vezes tentando estabelecer uma empatia, talvez com o propósito de ser uma inspiração para mulheres que também passaram pela mesma situação que ela e que não estão sozinhas. O ponto que eu achei mais interessante foi que ela descobriu o seu poder de voz através do Twitter. Ela expôs algumas ideias e comentários sobre situações reais que envolvem esse mundinho hollywoodiando que acabaram tem um alcance enorme através de compartilhamentos e curtidas na rede social.
Além da denúncia a um universo que muitas pessoas só conseguem enxergar o glamour, Rose faz um registro da sua coragem em tomar essa decisão em expor aquilo que as pessoas não querem ver, ou não tem conhecimento de que acontecem. E mesmo assim, apesar da sua referência ser a sua trajetória de vida, ela deixa bem claro que esse é apenas um exemplo de um problema muito maior que envolve toda a nossa sociedade que trata a mulher como algo descartável. E é preciso que todas as mulheres tenham coragem para romper com esse sistema.
Para quem interessar, o PN tem uma série de posts chamada Jardim Feminista.
Mais sobre o livroPara quem interessar, o PN tem uma série de posts chamada Jardim Feminista.
Título original: Brave
Autora: Rose McGowanAno: 2018
Editora: HarperCollins Brasil
Páginas: 288
Como é jogar League of Legends sendo menina?
Uma das primeiras coisas que ouvi quando decidi começar a jogar League of Legends - mais conhecido como LoL - foi:
"Se você é menina é melhor não usar um nick que dê a entender que você é menina."
Esse conselho vieram de meninas, que como eu, não tiveram boas experiências por querer assumir que são meninas no jogo. Sério, está sendo bem difícil escrever esse post, porque em pleno século XXI era para isso tudo não fazer o menor sentido. Mas faz. Era para eu nem precisar parar para pensar nesse texto. Mas é preciso!
Jardim Feminista: Mulheres mães
Nessa última semana, eu li um livro que me fez pensar sobre a "mulher-mãe". Eu estou falando do livro Quando Eu Parti da Gayle Forman. Eu fiz uma resenha para o Estante Diagonal sobre o livro, mas aqui quero aprofundar um pouquinho no que mais mexeu comigo nessa leitura.
Jardim Feminista: Esse é só o começo
Para hoje não ficar sem post, eu estou fazendo um REPOST de 30 de março de 2016. Espero que quem ainda não tinha visto, se identifique com o texto também. E ainda está valendo enviar textos para o PN, viu?! Esse blog também é de vocês!
Você já parou para pensar sobre coisas que você pensava quando era mais novo? E nem digo tão novo assim, talvez há um ano. Toda vez que me pego analisando minhas convicções, eu percebo o quanto elas mudaram. E acho que para muitas pessoas com um pensamento mais conservador no significado estrito da palavra, aqueles que querem perpetuar algo, isso pode soar assustador. Mas o único sentimento que transborda em mim toda vez que tomo ciência dessas transformações é o orgulho, que se dá diante das diversas descobertas que eu fiz - e ainda faço.
Você já parou para pensar sobre coisas que você pensava quando era mais novo? E nem digo tão novo assim, talvez há um ano. Toda vez que me pego analisando minhas convicções, eu percebo o quanto elas mudaram. E acho que para muitas pessoas com um pensamento mais conservador no significado estrito da palavra, aqueles que querem perpetuar algo, isso pode soar assustador. Mas o único sentimento que transborda em mim toda vez que tomo ciência dessas transformações é o orgulho, que se dá diante das diversas descobertas que eu fiz - e ainda faço.
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| "Meus erros" |
#VisibleWomen, mulheres também ilustram!
Enquanto escrevia o post de ontem sobre a Bienal, eu recebi uma notificação sobre o que os meus amigos do Twitter andaram curtindo em comum. Normalmente, eu odeio essas notificações. Mas dessa vez, ela foi muito pertinente.
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| @beemoreira |
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