Nesse final de semana estreia no Brasil o filme O ódio que você semeia, baseado no livro da autora estadunidense Angie Thomas, publicado aqui pelo selo Galera Record. Eu tive oportunidade de ver a adaptação para o cinema no Festival do Rio (um festival internacional de cinema) no começo de novembro e confesso que estou muito tentada a voltar ao cinema novamente. Aliás, já virou uma missão da minha vida semear essa história por aí.
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Estréia da Semana (Cinema): Mamma Mia! Here We Go Again
Olá queridxs, VOLTEI! (É a Ana, tá? 👀)
E pra chegar chegando eu vim falar de um filme que estou loucamente ansiosa para assistir, Mamma Mia 2.
E pra chegar chegando eu vim falar de um filme que estou loucamente ansiosa para assistir, Mamma Mia 2.
Resenha: Coragem
Esse mês nossa equipe recebeu o novo lançamento da Editora HarperCollins, o livro Coragem de Rose McGowan. Uma espécie de biografia e relatos da vida da atriz, conhecida por papeis interpretados em Geração Maldita, Pânico, entre outros filmes, e a série Charmed. Nesse livro, ela expõe não apenas os problemas envolvendo abusos na indústria cinematográfica, mas todos os problemas de misoginia da nossa sociedade através da trajetória de sua vida.
Rose McGowan não polpa detalhes ao falar sobre suas experiências fazendo uma avaliação bastante consciente das coisas pelas quais passou. Ela começa desde a sua criação, dentro de uma espécie de seita hippie.E, a partir desse conceito, ela desenvolve críticas a Hollywood fazendo um paralelo com essa ideia de como é difícil enxergar que você está em uma seita e as dificuldade de romper com isso. Rose conta toda a sua trajetória, tanto profissional como pessoal, os abusos que sofreu por diretores e relacionamentos abusivos até o momento que ela percebeu que podia quebrar esse círculo e que tinha uma voz.
"Não entre no jogo do sistema. Seja melhor. Pense de modo diferente. Sei que você consegue. Sei que pode mudar o mundo, começando pelo seu, tendo coragem."
Os relatos são bem pessoais e Rose tenta ao máximo estabelecer um diálogo com o leitor ao expor sua ideias. Muitas vezes tentando estabelecer uma empatia, talvez com o propósito de ser uma inspiração para mulheres que também passaram pela mesma situação que ela e que não estão sozinhas. O ponto que eu achei mais interessante foi que ela descobriu o seu poder de voz através do Twitter. Ela expôs algumas ideias e comentários sobre situações reais que envolvem esse mundinho hollywoodiando que acabaram tem um alcance enorme através de compartilhamentos e curtidas na rede social.
Além da denúncia a um universo que muitas pessoas só conseguem enxergar o glamour, Rose faz um registro da sua coragem em tomar essa decisão em expor aquilo que as pessoas não querem ver, ou não tem conhecimento de que acontecem. E mesmo assim, apesar da sua referência ser a sua trajetória de vida, ela deixa bem claro que esse é apenas um exemplo de um problema muito maior que envolve toda a nossa sociedade que trata a mulher como algo descartável. E é preciso que todas as mulheres tenham coragem para romper com esse sistema.
Para quem interessar, o PN tem uma série de posts chamada Jardim Feminista.
Mais sobre o livroPara quem interessar, o PN tem uma série de posts chamada Jardim Feminista.
Título original: Brave
Autora: Rose McGowanAno: 2018
Editora: HarperCollins Brasil
Páginas: 288
Crítica: Dunkirk | Oscar 2018
Aqui você pode conferir a crítica que eu fiz na época que o filme estreou nos cinema. Dunkirk concorre em várias categorias técnicas, além de Melhor Diretor e Melhor Filme. Um filme de guerra muito bem produzido que tem grandes chances de ganhar em categorias como edição e apesar de eu ter gostado muito da direção do Christopher Nolan, não acho que ele leve essa estatueta para casa.
O que despertou minha curiosidade para ver Dunkirk foram os comentários positivos que vi pela internet de pessoas relativamente próximas. Eu gosto muito de temáticas de Segunda Guerra Mundial, mas depois de Até o último homem (que inclusive concorreu ao Oscar), eu fiquei com o pé atrás. Principalmente porque tinha uma grande chance do filme ser totalmente maçante contando uma história que envolve soldados "presos" em uma praia aguardando a evacuação.
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O que despertou minha curiosidade para ver Dunkirk foram os comentários positivos que vi pela internet de pessoas relativamente próximas. Eu gosto muito de temáticas de Segunda Guerra Mundial, mas depois de Até o último homem (que inclusive concorreu ao Oscar), eu fiquei com o pé atrás. Principalmente porque tinha uma grande chance do filme ser totalmente maçante contando uma história que envolve soldados "presos" em uma praia aguardando a evacuação.
Veja nos cinemas! Lançamento do mês de Agosto
Primeira sexta-feira do mês e uma diversidade de filmes sendo lançados que deixa qualquer cinéfilo louco. (Inclusive filme brasileiro, vamos enaltecer!)
Vem comigo ver o que temos pra esse final de semana. 🙆
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