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Você quer fazer o Ensino Médio no exterior?

Quando eu era adolescente, long time ago (há muito tempo), eu era louca para estudar no exterior. Sempre me imaginei andando por aqueles corredores cheios de armários, típicos de colégios americanos que gente vê em filmes. Só que o que não passava pela minha cabecinha era que isso isso era possível! E o jeito mais fácil de entender como esse processo funciona e tirar todas as dúvidas sobre o intercâmbio é participando de eventos como o que o acontece amanhã em São Paulo.



LMS: Passeios, Instagram e Indivíduo

Confesso logo de cara que eu estava super ansiosa para esse dia chegar! Sim! Hoje é dia de Links Maravilhosos da Semana. Eu cheguei a fazer algumas dessas postagens no ano passado tendo como inspiração do blog da Lea, Rascunhos e Histórias. Como nesse mês eu estou me organizando melhor para o Maio Psicótico dar certo, inclusive visitando com mais frequência o trabalho dos meus blogueiros favoritos, eu resolvi voltar com essa coluna que é uma delicinha

Foto:  Léa Yasnaya

Tapete Voador - Juro solenemente não fazer nada de bom (Universal Studios Orlando)

Vamos começar do princípio. Tem um ponto muito importante para você que quer ter toda a experiência Harry Potter garantida. Existem dois tipos de ingresso para os parques da Universal. O simples lhe dá direito a um dia de parque (aquele que você escolher, ou Universal ou Island). Mas o park-to-park lhe dá direito a entrar nos DOIS parques no mesmo dia USANDO O EXPRESSO DE HOGWARTS. Antes de tudo é preciso trabalhar essa questão de ansiedade. Sabendo daquela possibilidade, fique ciente que mesmo tendo este artefato em mãos eu usei dois dias, um para cada parque. Sou uma pessoa intensa (risos).

No meu primeiro dia na Universal eu tive fortes emoções já no início. Não, eu não fui correndo para o The Wizarding World of Harry Potter. Minha primeira aventura foi enfrentar a Rock It. Só para ter uma ideia, a montanha-russa já começa com uma subida em um ângulo de 90°. Topei com muito receio, afinal, minhas definições de aventura e riscos de sacudir meu labirinto estavam sendo atualizadas. 


Na Rock It, você pode descer (e subir e girar e ficar de cabeça para baixo) ao som que bem quiser. Não, não são apenas músicas de rock. Tem hip-hop, tem pop e, claro, rock. Mas o fato inusitado vem a seguir. Já no meio da fila, eu estava começando a ter vontade de ir ao banheiro. CALMA, MINHA GENTE, É SÓ O NÚMERO UM MESMO. Só que quando cheguei na divisória, na fila que já me levava aos carrinhos, eu decidi que eu tinha que sair (vai que eu não seguro, não é?). Vergonha a parte por ter que comentar isso com o pessoal do parque (e relembrar disso por aqui também), eu saí da fila. Contudo, o carinha que me atendeu disse que eu poderia voltar se eu quisesse, sem enfrentar a fila toooda de novo. Era só entrar pela fila especial do express.

Preciso fazer um parêntese aqui: eu sei que vocês estão loucos para saber o que aconteceu com minha bexiga.
Na Universal também há a chance para escapar das filas convencionais com o Universal Express. Porém, diferente do Fastpass do complexo da Disney World, o visitante precisa pagar a mais pelo benefício, não tendo direito a gratuidades em suas visitas. (Para relembrar as funcionalidades do FastPass, clica aqui). Logo, acabei não fazendo o bilhete expresso neste parque.

Voltamos a apresentar a saga da montanha-russa:



Pois, então, procurei o banheiro mais próximo, que infelizmente não era tão perto assim. Depois de aliviada (pelo banheiro ou pelo brinquedo?), resolvi sentar e esperar por meu tio e meu primo que seguiram. Sentei no gramado estilo festival do Music Plaza Stage que fica bem em frente à Rock It, esperando que eles voltassem. Quando nos reencontramos, eles me convenceram que eu deveria ter esta vitória no meu caderninho (desculpem, estou influenciada digitalmente por @thaynaraog. Se não sabe quem é essa moça, tu é doido ou tu te faz? Siga Thay no Snapchat AGORA e aumente o gado dela - tudo piada interna, se não entendeu vai lá que tu entende). E eu como não sou boba nem nada (é?) resolvi experimentar. Entrei na tranquilamente, se fiquei mais de 10 minutos esperando foi muito. Tinha 30 segundos para escolher a música depois que a trava de segurança estivesse devidamente apertada. Meus amigos que me conhecem sabem que minha opção óbvia seria rock. Mas vou dizer, nem sei porque eles fazem isso, porque só ouvi o primeiro verso da música de Born to be Wild. Queridos, depois que trava lá em cima no topo do eixo Y (lembra matemática?) eu não ouvia era nada. E nem via, porque foi uma chuva de cabelo na cara e depois curva, sobe-desce, gira e muito frio na barriga. Pela primeira vez eu não queria mais brincar e fechei o olho. Pior, quando você acha que acabou, ainda tem mais umas voltinhas para dizer que você estava totalmente enganado.  Saí cambaleante um misto de o bêbado e a equilibrista. E adivinha quem havia voltado com força total? Siiim, torcicolo. 

Vida que segue, o tempo é curta e as filas grandes. Fomos direto para o simulador de Transformers - The Ride 3D. Perdi as contas de quantas vezes eu disse que eu amo a ambientação e o primor desses brinquedos, mas é que é tudo tão real que é sempre bom relembrar. A entrada é estilo quartel militar, com vários televisores mostrando as batalhas entre Autobots e Decepticons e estratégias de combate. Tem até o Cubo! A simulação é muito real, até então uma das melhores que eu já tinha presenciado. Lutamos dentro de um Autobots ao lado de Optimus Prime e Bumblebee. Apesar de bem "escrito" , o roteiro dessa luta conta com muitos giros, o que juntando com a tontura da Rock It, mas o balancinho de carro violento do simulador fez o combo perfeito para o enjoo. Engoli o Dramin e continuamos. 

Depois da parada para o almoço, tínhamos o destino certo do MIB. Para chegar até lá passamos pela área de Homer e companhia. Como estávamos preocupados com a possível fila de dobrar o quarteirão no MIB, resolvemos só passar mesmo pelas ruas de Springfield, tirando uma foto ou outra. No Men in Black Alien Attack era a hora de soltar toda a sua mira e mostrar que você é um bom agente especial. Claro, mais uma vez temos o caminho até o brinquedo em que você entra no escritório MIB. Um dia normal para alienígenas e agentes. Confesso que achei que seria mais fácil, é bem impossível saber para onde vai o tiro. Só sei que fui bem mal. 

Estão preparados? Chegou o momento. Sem mais como adiar, entramos no terreno mágico de Harry Potter. 



Já logo de cara, tem o Nôitibus Andante. Pedi uma carona para Nigel, mas não rolou.  A passagem é muito cara e estava economizando para minhas compras de volta às aulas no Beco Diagonal. E aí entramos, é tanto emoção que não sei nem como explicar isso direito. Tocou na minha cabeça uma trilha sonora de Harry Potter quando ele entrou pela primeira vez no salão principal em Hogwarts. Acho que isso em si já descreve melhor meus sentimentos do que qualquer outra coisa. Por incrível que pareça, eu tinha uma lista de compras real para fazer no beco Diagonal, mas este lugar, definitivamente, foi minha maior perdição.

Antes das compras, tínhamos que sacar dinheiro bruxo. Recorremos diretamente à Gringotts (brincadeira, tá? Entra no espírito). Em Harry Potter and the Escape from Gringotts, encontramos aqueles duendes meio mal-encarados e descemos fundo até às masmorras atrás dos cofres. É uma história própria, um videozinho bem especial que tem os atores/personagens principais. Já adianto que você encontra a louca da Belatrix e Você-Sabe-Quem. O simulador em si não é tão radical, mas só de você rever seus personagens favoritos tão de perto já aquece o coração.



Saindo do banco, fui prontamente gastar meus galeões e sicles. Já saí da lojinha do brinquedo com pelo menos uns 4 itens. Faltava ainda meu item especial: UMA VARINHA. E para onde você tem que ir? No Olivaras, é claro! tive uma dificuldade real em decidir qual Varinha era a minha. Afinal, eu poderia ter A VARINHA DAS VARINHAS, mas ela não me atrai (aquela que pediria à Morte uma capa da invisibilidade). Até hoje não me arrependo nem um pouco da minha escolha, acho ela linda e simbólica. E de vez em quando confesso que a tiro da caixa e fico contemplando aquele objeto, girando de uma lado ao outro só para treinar meus feitiços.



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Acredite se quiser, mas a lista de compras realmente levou mais tempo do que o necessário, então, já estava na hora do parque encerrar as atividades quando acabamos. Fiquei só observando a loja dos Gêmeos Weasleys e mal deu para brincar de feitiço nas vitrines (sim, comprei uma varinha dos modelos especiais que faz isso).  Pelo menos, como despedida, consegui registrar o momento em que o Dragão (espécie barriga-de-ferro ucraniano) urrou e soltou uma baforada quente.

Agora você me pergunta se seu fiquei triste por já ter acabado o dia. SIM, muito. Mas você está feliz? SIIM, MUITO. Pareço até que quebrei o disco, mas é basicamente assim que você se sente quando entra nesse universo que como leitora e espectadora acreditava nunca poder "tocar". É outro nível de fanatismo (no melhor sentido da palavra). É tanta coisa junta que não consigo nem falar, só sentir.



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Tapete Voador: UM AVISO

Esse texto hoje é para avisar que entramos em hiatus. Em breve volto com minhas experiências no Disney Springs e no complexo da Universal Studios.

Até lá vocês estão livres



Mas preparem-se que a potterhead fanática vai dominar esta coluna!



Até mais,



Tapete Voador - Dia 4: Magic Kingdom

Chegamos à minha última experiência em um parque do complexo Disney. O Reino Mágico é realmente especial. A grande questão é que você precisa voltar a ser criança e entrar no espírito, caso contrário, tudo vai ser bem mais ou menos.

Foto: Acervo pessoal

O que mais fizemos no Magic Kingdom foi tirar foto. Já chegamos tirando foto da entrada, do Walt Disney e da rua principal, que é um primor. Mas a estrela maior das construções é ele, lindo e magnânimo, Castelo da Cinderela. Mesmo que só dê para ver o topo das torres inicialmente, ele sempre vai estar ali para ser observado. É hipnotizante.

Tapete Voador - Dia 3: Disney Hollywood Studios

Sabe aquela frase “tamanho não é documento”? Ela é certeira para descrever o Disney Hollywood Studios. O menor do complexo de parques da Disney, ele é um parque perfeito para você fã de filmes.

Com cara de estúdio de cinema, o antigo MGM Studios agora é Disney. Foto: Acervo pessoal

Costumo dizer que não poderiam ter escolhido melhor época para reacender o fogo da paixão que existe dentro de todo fã de Star Wars (Guerra nas Estrelas). Com todos os direitos comprados, a Disney é uma dona que sabe muito bem vender o seu negócio. Fãs de Star Wars piram com tanta referência. Agora, se você não liga muito para as lutas intergalácticas contra o Império, não se preocupe. Pule a área reservada aos sabres de luz, como o simulador espacial do Star Wars - The Adventure Continues. Fiquei sabendo que a aventura pode não ser a mesma de anos anteriores, mas garanto que, para quem curtiu o mais recente filme da saga (O Despertar da Força, 2015), pode ficar tranquilo, pois os personagens novos estão por lá.

Tapete Voador: Dia 2 - Animal Kingdom

Chegou o dia de colocar suas botas e sua roupa de Indiana Jones para uma caçada de aventuras. Ok, isto pareceu saída diretamente de uma sinopse de filmes da Sessão da Tarde. Figurinos à parte, é realmente importante que você se sinta à vontade com seu figurino em todas as suas visitas, afinal, você anda muito. O Animal Kingdom é um parque com ar ecológico. Mas claro, é mais do que um zoológico, apesar de ter sido exatamente esta a primeira atração que fui quando coloquei os pés no parque.






Momento dica: se você gosta muito de ver os animais, reserve o safári com seu FastPass. Lembrando que não fui em uma época considerada de alta temporada, mas estava relativamente cheio e foi uma das filas que mais demorou na minha estadia. No Kilimanjaro Safaris, você dá um passeio em um jipe e confere animais em seus habitats. Não se preocupe, os guias/motoristas contam um pouco sobre cada animal e escolhem os melhores pontos para dar aquelas paradinha para as fotos. Nem sempre conseguimos ver todos os animais, afinal, eles estão fazendo coisas melhores do que posar para humanos. Mas têm uns que são bem exibidos e dariam ótimos modelos. Se a sua vibe não é um safári, não tem problema. Por todo o parque é possível dar de cara com alguns animais. Já diria Chapolin Colorado: palma, não priemos cânico. Todos eles estão em suas respectivas jaulas e aquários.

Com hora marcada, pulamos direto para a parte dos dinossauros. O que mais selvagem no reino animal (eles são reino animal? Ajuda paleontologia!) esses bichos que mal conheço mas considero pacas? Fomos ao Primeval Whirl, uma máquina do tempo construída para te levar para a era dos dinossauros. A montanha-russa é bem divertida e me lembrou um pouco aquele desenho Phineas e Ferb, mas com dinossauros. Ela é nada radical, porém, não aconselharia a ir depois de comer, tem uns giros que exigem muita concentração de estômago cheio. As curvas não são tão fortes, mas se você está na ponta do carrinho, parece que vai ser jogada para fora. Deus abençoei a trava de segurança! Logo na saída, temos um espaço com aquelas brincadeiras tradicionais de bater no boneco, tiro-ao-alvo, bate-bate. Cuidado, você tem que pagar separado (3 tickets por $10). Em outros parques também tem esse esquema de tickets separados das atrações, geralmente, com as brincadeiras tradicionais. Continuamos nossa caminhada para conhecer melhor o parque, admirar mais animais de boas em suas casinhas.

Seguimos até a parte da Ásia onde tem uma mistura de vários elementos que traz aquele ar aventureiro como uma Tailândia, Índia ou um dos Tigres Asiáticos. Já era fim de tarde e o ambiente trazia uma aura leve, o sol já não torrava a cabeça de ninguém e se não tivéssemos hora marcada, com certeza, teria valido a pena sentar para ter um momento contemplativo. O compromisso, porém, compensava a falta de meditação. Próxima atração Expedition Everest!!

Pelo caminho já dava para ouvir os gritos. Estava ficando aterrorizada. Eu nunca tinha andado em montanhas-russas na vida. Tudo bem, àquela altura do campeonato eu já poderia cortar esse ponto da minha lista de “Coisas para se fazer antes de morrer”, mas se você leu atentamente a esta coluna, ou no mínimo o texto de hoje, reparou que nenhuma atração foi tão radical assim a ponto do povo gritar tão alto que se ouvia de longe. Eis que depois de uma longa fila (longa para meus pensamentos, porque a gente tava mesmo no FastPass), sentei no carrinho. Depois de muitos cantinhos escuros versus claridade no pico do Everest, ir para frente e para trás e, finalmente, me juntar ao coro soltando um grito do fundo do peito na descida, passei pela expedição! EPIC WIN.

 



Saí meio tonta e sentindo falta do vento na cara. Seria tudo lindo se não tivesse saído com um P$#%¨@&! torcicolo. Coisas de marinheira de primeira viagem que não teve postura (rs). Dei um tempo ali na porta, afinal meu tio e meu primo voltaram para fila normal mesmo para ter uma segunda rodada. Não deu pra mim, mas pode apostar que quero muito voltar um dia. Posso dizer que ela ficou na minha (recém-criada) lista de “Cosias para se fazer quando voltar na Disney”, além daquela chamada “Atrações de Parques de Diversão Preferidas”.

E o dia teve fim, o parque fechou e ainda nem estava escuro. O Animal Kingdom é o parque que encerra as atividades mais cedo, afinal, os animais precisam dormir e ninguém merece humanos importunando. Deixemos o leão dormir em paz.

Tapete Voador: Dia 1 - Epcot


A grande bola do Epcot. Foto: Acervo Pessoal

Dizem por aí que o Epcot é um parque mais adulto, com mais montanhas-russas e atrações que buscam conscientizar e blá-blá-blá. Como todo parque da Disney, ele se dispõe a atrais crianças e adultos. Para contextualizar, não viajei sozinha. Estava com meu tio e meu primo de 11 anos que já conheciam a Disney. Eles foram ótimos guias, me indicavam as atrações mais legais e tinham paciência de me mostrar até aquelas coisas que não eram tão legais assim.

A escolha pelo Epcot como primeiro parque foi mais uma ideia de logística, seguindo o conselho do meu amigo (lindo) Carlos que cantou a dica de que nos fins de semana os parques menores e o Magic Kingdom ficam lotados, partimos para o Epcot que tem um espaço gigante e que não sentiríamos (tanto) o calor de multidão.

Mas até que um calorzinho não faria mal, veja bem, odeio muita gente agarrada e suando perto de mim (quem gosta?), mas naquele dia mais especificamente, o clima estava frio. Não sei se ficaram sabendo, mas houve a maior nevasca lá pelo nordeste dos Estados Unidos, perto de Nova York. Então, o clima em todo lado leste estava sendo afetado. Na Flórida não neva, mas fica bem frio para nossos padrões brasileiros (carioca, então, nem se fala). Enfim, tudo isso para dizer que é sempre bom levar para os parques uma mochila com acessórios. Carreguei um casaco extra, luvas, gorro e protetor de pescoço. Lembrando que estava por lá no inverno. No verão, a mochila deve ser útil para carregar os acessórios respectivos, como bonés.

Agora vamos ao que interessa: brinquedos! Nossa primeira parada foi no Project Tomorrow. Um salão enorme com joguinhos educativos e muito 3D. Bom para crianças menores de 10 anos, acho que elas vão achar mais interessante a maioria das brincadeiras. Seguindo em frente para o primeiro brinquedo: Mission Space. Ele é um simulador 3D que te leva para uma missão espacial em Marte. Se tem uma coisa que não se pode reclamar da Disney (em todos os parques) é que eles entraram no clima para valer. Existe toda uma encenação com vídeos explicativos sobre como deve se pilotar a espaçonave e o mais incrível é a ambientação, todos os acessórios e o cenário te levam direto para uma câmara espacial. Fique atento aos avisos nas filas dos brinquedos, se você enjoa fácil com muito movimento e imagens 3D, melhor não entrar. Eles tem especificações na maioria das atrações, preocupados com o bem-estar dos visitantes, sempre. Na saída do Mission Space paramos rapidamente no Advanced Lab, mais joguinhos com temáticas espaciais e uma gincana onde ganha quem for mais rápido consertando as naves. É um jogo eletrônico, ninguém suja a mão de graxa.

Passamos para o salão do Innovetions. Mais um espaço para aprender sobre inovações científica e entender melhor o mundo das exatas. Fui em um simulador que qualquer futuro engenheiro gostaria de ter. Você cria a sua própria montanha russa, coloca curvas e loopings da intensidade e altura que você quiser. Mas claro que neste caso, você usa um pouco de física e matemática. Calma, povo de humanas, a montagem é intuitiva e te mostra quando está faltando altura ou velocidade para cada etapa. Depois de pronto, você testa tudo no simulador. Devo dizer que o meu foi bem radical com loopings e viradas de cabeça para baixo, mas essa coragem toda só foi porque eu mesma não montei o meu (não é, primo?).

Depois do almoço chegou a hora de fazer uma viagem ao mundo em menos de um dia. Fizemos os passeios pelos países. Um pé no México, na China, na França, Inglaterra, Itália, entre outros. Nessa parte as atrações estão mais nos restaurantes, exposições e lojas que incorporam o visual de cada país. No México tem um passeio de barquinho para conhecer um pouco da cultura mexicana ao som de Os Trés Cavaleiros (Donald, Chiquito e Zé Carioca).

No final acabamos correndo um pouco mais, porque estávamos com hora marcada para o FastPass do TestTrack. Lá você monta o seu carro com todos os acessórios possíveis e testa a eficiência do veículo na pista em uma grande corrida que vence quem obtiver os melhores números na hora do test-drive. Sim, você dá um rolê no seu possante novinho. Nível radical: 6. Só não dou menos porque congelei na parte que você voa pelo lado de fora (estava um dia frio, lembra?). No final, tem um salão com jogos e uma exposição com carrões da Chevrolet.

O dia já estava chegando ao fim. E faltava apenas aquela despedida. Esperamos dar a hora dentro da exposição do Test Track. Passar frio, por quê não é mesmo? Ficamos para o Ilumination, um show de luzes e fogos que aproveita para mais uma vez lançar a consciência. Ele mostra que somos todos um, vivemos no mesmo planeta e temos as mesmas responsabilidades.

Emocionante, mas fiquei feliz mesmo porque a fogueira, apesar de estar no meio do lago, conseguiu emanar calor. Foi um abraço quentinho que até o Olaf gostaria de receber.
Ilumination. Foto: Acervo Pessoal

Tapete Voador: Preparativos

Oi,

Como se começa um post em uma coluna nova no blog das amigas? Por falar em primeiras experiências no dia de hoje, venho usar este espaço para falar da minha primeira viagem internacional. Minha primeira ida aos parques da Disney e Universal. Minha primeira volta em uma montanha-russa. Quer mais emoção? Só se eu te contar tim-tim por tim-tim. Juro que vou tentar, tá? Perdi essa prática de bloggar e espero que vocês me aguentem um pouquinho. 


Preparem os malões e a coruja para mandar as notícias para a família. Foto: acervo pessoal

Bom, antes de tudo, dois passos imprescindíveis antes de viajar: pesquisar e cadastrar. Para marinheiros de primeira viagem como eu, sempre bate aquela dúvida do que é melhor para se fazer ou onde ir e nesse caso a pesquisa ajuda bastante para não bater um desespero (tão) grande. No geral, ter uma noção do bairro e do quarteirão que você vai ficar é o melhor. Não sei se mais alguém que foi para Orlando teve essa sensação, mas é bem difícil ser pedestre por lá. Além de várias highways que cortam a cidade, as próprias ruas são largas para as passagens de veículos, mas calçada que é bom... é um filete.

Fiquei no bairro de Lake Buena Vista e o hotel tinha uma boa infraestrutura para as emergências, como restaurante (só café da manhã e jantar), um bar e uma lojinha de conveniência. O bairro tem diversos restaurantes. Mais do que isso, são considerados quarteirões alimentícios. Em um mesmo endereço era possível encontrar um Red Lobster, um Taco Bell, um McDonald’s e uma comida chinesa. Imagine um espaço de um hipermercado com estacionamento aberto, agora divida isso em quatro ou cinco restaurantes e temos o quarteirão de comida. Mas não pense pequeno, pense em um espaço considerável para cada um dos estabelecimentos. 

Sobre o segundo passo, o cadastro em várias lojas e serviços pode garantir um desconto ou um cupom. Já devem ter ouvido falar da mania de cupons dos americanos. Você pode adquirir cupons de diversas formas: filipetas distribuídas na rua, em um espaço em cima do balcão ou até um cadastro online. Falando diretamente, toda a rede Outlet (shopping com lojas famosas que fazem promoção) possui cupons quando se cadastra no site deles. Você escolhe um dos complexos onde deve comprar mais (mais perto do hotel é a boa) e escolhe as lojas para ganhar o desconto. Pronto, é só imprimir e gastar. 

Agora mais especificamente sobre Disney: cadastre-se no My Disney Experience assim que tiver em mãos os seus ingressos dos parques (cartão ou MagicBand). O quanto antes programar o FastPass, maiores são as chances de reservar o brinquedo no horário bom. Em poucas palavras, o FastPass é um encurtador de filas. Para quase todas as atrações existem as filas convencionais e as rápidas. O pulo do gato é usar o FastPass em atrações muito concorridas ou que você queira muito ir e tem medo de que não consiga. Com o aplicativo da Disney, é possível visualizar o tempo de espera na fila normal. Alguns brinquedos podem chegar a ter três horas de espera na alta temporada (no verão americano em julho). Se você tem o FastPass, é quase entrou brincou. Uma observação importante: o encurtador de fila serve, inclusive, para reserva nos restaurantes do complexo Disney, ou seja, naqueles que estão nos parques e também na Disney Springs. Eu vou falar melhor da Disney Springs em um post futuro, mas para quem não faz ideia é um shopping da Disney a céu aberto com diversos restaurantes e lojas. Mas atenção porque não tem só coisa com orelhinhas do Mickey por lá.

Para o nosso próximo encontro, já vamos iniciar a jornada mágica no Tapete Voador pelos encantos dos parque da Disney. Reserve sua passagem para esta viagem e até semana que vem. 



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Irlanda: Book of Kells

Estavam com saudade da coluna sobre a Irlanda? Eu estava morrendo! Como já falei em alguns posts, os meus relatos do intercâmbio já acabaram, então, a partir de agora irei trazer para vocês mais informações sobre a cultura irlandesa. O primeiro item que apresento para vocês é o "Book of Kells", um dos símbolos mais importante do país. 

Amplie a foto para ver melhor os detalhes!

Irlanda: Um outro olhar sobre o intercâmbio

Dessa vez a coluna da Irlanda está vindo com uma novidade. Desde que eu voltei da Irlanda, tudo que eu falei sobre ela foi relacionado a minha experiência. Hoje, eu trago para vocês um relato de um amigo do ensino médio, Gabriel Paredes Sochaczewski, que está na terra dos Leprechauns. Nesse texto, ele fala com muita emoção sobre o seu primeiro mês de intercâmbio.



Irlanda: Voltando para casa

Chegamos ao fim dessa jornada de relatos do meu intercâmbio na Irlanda. Hoje vocês saberão sobre o meu último sábado na ilha e como foi a minha volta para casa.

Quando chega a hora de voltar para casa. 

Irlanda: Phoenix Park e "Periferia" Irish

Muitos devem saber que o clima na Irlanda não é muito fácil. Ele pode simplesmente mudar de uma hora para outra. Eu acredito que tive muita sorte, não peguei pouquíssimos dias de chuva, bastante dias nublados, mas um número razoavelmente ótimo de dias com o céu azulzinho. 

Céu lindo, mas congelando que nem pinguim. 
Eu e Tani nos planejamos da seguinte forma para ir visitar o Phoenix Park: o dia que tiver tempo bom a gente vai! E fomos na minha última terça-feira. 

Irlanda: tour vip no Leprechaun Museum

Por coincidência do destino, o post 200 do blog está sendo justamente esse, com o tema da Irlanda. Lindo, não é? Por outro lado - um lado não tão feliz -, estamos dando início a última semana do meu intercâmbio. Se eu não tivesse postergado tão as postagens sobre o intercâmbio aqui no blog, com certeza, estaria na dúvida do que passou mais rápido: viver esse um mês ou escrever sobre ele. Minha ideia é não esgotar nunca as possibilidades de poder falar sobre a Irlanda. Provavelmente, irei diminuir a quantidade de post por mês, mas a Irlanda já faz parte de mim - aliás, há muito tempo - de uma maneira que não posso ignorar.


Irlanda: Finalmente sentindo o Craic irlandês

Quase que eu não escrevo o post de hoje. Tudo culpa da Tani. A maluca resolveu me fazer uma surpresa e, claro, para me lembrar do dia em mofei no Spire, ela me deixou esperando 2 horas no Shopping Tijuca, só para não perder o costume. Mas confesso que a espera valeu a pena, quando vi a maluca vindo na minha direção. "Meu Deus, ela tá aqui!!". Infelizmente, ou felizmente, ela vai voltar "pra europas". 

Todo mundo na despedida da Débora e do Paulo
(A partir da esquerda: Jirri, Jady, Paulo, Débora, Tani, Gustavo e eu)
No post de hoje vou mostrar fotos do dia que fomos na St. Patrick Cathedral, eu, Tani, Débora e Paulo. E no caminho de volta, fomos nos divertir um pouco no museu Dublinia, que conta a história dos vikings. 

Irlanda: O melhor sorvete da minha vida e sendo madura no museu de cera

Quando estava lá, eu preferia pensar que era apenas a terceira e não a penúltima. Pois bem, chegamos nos acontecimentos da segunda metade do meu intercambio.


Nessas duas semanas que faltavam para fechar o mês mais lindo da minha vida, eu optei por explorar cada cantinho de Dublin, ao lado da minha fiel escudeira Tani. E hoje vou contar para vocês como foi tomar o melhor sorvete da minha vida e ficar correndo como uma criança de 10 anos pelo Wax Museum.

Irlanda: Valentine's Day (Parte III)

Depois de dois dias e dois posts, chegamos no último post desse final de semana maluco. Para conferir a parte I e parte II, clique nos links.

Eu e Tani curtindo o carnaval na praia!
Apesar de na noite anterior termos decido que iríamos morgar o domingo inteiro, depois das loucuras do Valentine's Day, por volta de meio-dia, eu e Tani não aguentávamos mais ficar em casa. E reorganizamos os planos para um encontro no centro de Dublin.

Irlanda: Valentine's Day (Parte I)

Finalmente cheguei exatamente na metade do meu intercâmbio. Depois de muitas conversas sobre o que fazer naquele final de semana, se íamos para Cork ou não, se íamos deixar para o próximo final de semana. Belfast era uma opção? Eu não ia sair da Irlanda sem ir no Museu do Titanic. Só sei que tudo que se desencadeou nesse final de semana, começou com essa singela discussão: Vamos para Cork ou não?

Começando o Valentine's Day fazendo um cartão personalizado.
Nesse momento eu não tinha nem noção do que tinha por vir. 

Irlanda: viajando de trem e um milhão de fotos

Essa semana eu estive um pouco atrapalhada (da cabeça), mas estou tentando não deixar a peteca cair. Talvez eu comece uma série de post no segundo semestre falando sobre os desafios de ser recém-formada e o que estou fazendo para superar as dificuldades. Mas enquanto isso, vamos lembrar de coisa boa. Vamos falar da Irlanda!

Plataforma da estação Tara Street.