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Crítica: Jogador Nº1

Sabe aquele filme que a sua amiga - que estava super empolgada - decide te chamar sem você nem saber do que se trata e você aceita? Eu aceitei assistir Jogador Nº 1 pela simples empolgação da minha amiga e com o objetivo de lhe fazer companhia. No cinema, só precisou tocar a música de abertura para eu ficar empolgada também!

TOP5: Filmes dos anos 80s na Netflix

Os anos 1980 e 1990 estão de volta como nunca. Remakes e temáticas da dessa época estão por toda parte em filmes e séries. Até em lojas de moda de departamento é possível ver muitas referências desse período. Mas nada como os originais daquela época, não é mesmo? Nesse post, você encontra cinco filmes da década de 80 que estão na Netflix e viaje no tempo comigo!



Esquenta do Oscar: Sing Street - música e sonho

Alguém aqui já está animada para o Oscar! Os indicados só saem dia 24 de janeiro, porém, eu já tenho algumas apostas para alguns indicados - ou que pelo menos estou torcendo para eles aparecerem em alguma categoria. Fiz um post apresentando alguns ganhadores do Golden Globes, mas aproveitei para ir um pouco além na minha lista de filmes que quero ver e coloquei alguns indicados. Entre eles estava "Sing Street", indicado a melhor filme na categoria musical/comédia. Como já sabemos, La La Land levou o prêmio - e muitos outros. Mas vamos ao que interessa!


Netflix: Stranger Things

O meu plano inicial era ver Stranger Things em São Paulo, com a Dona Raposinha do blog O Outro Lado da Raposa. Porém, ela fez o favor de ver antes. Eu sabia que seria uma série que eu iria gostar muito, então, fiz questão de ter uma companhia. Por isso, chamei o Blackito para acompanhar os oito episódios comigo. 


Se você é como eu, uma criança dos ano 90 que passou as tardes vendo filmes do anos 80 na TV aberta, está esperando o que para ver Stranger Things?! E, nem me venha com essa de que "não tenho tempo", a série conta apenas com 8 episódios de cerca de 50 minutos cada, ou seja, em uma semana você mata ~ sem desculpas, por favor. 

Maratona nostalgia: Curtindo a Vida Adoidado (30 anos)


Dia 5 junho o filme "Curtindo a Vida Adoidado" completou trinta aninhos. Nada como uma data simbólica como essa para eu retomar a Maratona do John Hughes. Esse com certeza é o filme de maior popularidade do diretor e tem muitos motivos para isso.

Maratona nostalgia: Especial John Hughes - Pretty in Pink

Agora eu não lembro se assisti esse filme quando voltei da casa da minha vó ou antes, mas vi depois de "Some kind..." e quando fui dar um googlada sobre o "Some kind..." para escrever o post anterior eu vi algum site comentando que ele era uma versão melhorada do Pretty in Pink.


De fato, se você for parar para ver as questões de conflito apresentadas são bem parecidas: jovens de classes diferentes convivendo na mesma escola e a segregação que esses grupos acabam criando. Mas eu acho que Pretty in Pink traz algumas questões bem profundas que não lembro de ter visto tão claramente no "Some kind...", como o questão do alcoolismo na adolescência e o desemprego (do pai de Andie), além da mãe ter ido embora de casa. 

Maratona nostalgia: Especial John Hughes - Some Kind of Wonderful

Que fim de ano louco! Fiquei mal ao ponto de não conseguir mais parar para vir aqui dar um oi. Aconteceu tanta coisa boa e ruim, mas passou e agora consigo respirar melhor. Talvez nem tanto (rs), minha viagem está (finalmente) chegando e estou sentindo vários sentimentos loucos (a maioria no bom sentido). Não sei se é porque o ano acabou de começar e muita coisa está mudando na minha vida, mas estou com uma mega esperança de que esse ano será ótimo!


Sendo assim, vou voltar com a maratona dos filmes do John Hughes (s2). Antes de eu ir viajar para casa da minha vó (onde fiquei ilhada sem internet. Ain cara, foi horrível!!), eu assisti o filme "Some kind of wonderful" (Alguém muito especial) que entrou na minha lista dos favoritos do Hughes.

Dessa vez ele aparece como roteirista num filme que é (OMG) lindo! Tirando toda a parte do romance, ele traz uma questão social dentro das escolas americanas entre os riquinhos e os filhos da classe trabalhadora. Watts é uma menina moleca que descobre estar apaixonada pelo seu melhor amigo (Keith) quando ele começa demonstrar interesse por uma garota popular da escola. A princípio ela não acredita que Keith, que precisa trabalhar como mecânico depois da aula, iria conseguir conquistar uma garota como a Amanda Jones acostumada com namorados ricos e populares.


Spoiler é sempre uma situação complicada, alguns dizem que quando é algo antigo não tem isso. Mas sei lá, não sei se eu iria gostar de saber do final ou de certas partes do filme. Então, se você não quiser saber mais nada do filme, aconselho parar por aqui.

Cara, esse filme está junto com "Curtindo a vida adoidado", "Weird Science" e "Sixteen Candles" dentro do meu coração (não que não goste dos outros, mas esses me pegaram de jeito). No "Some kind...", algumas frases e cenas foram lindas para mim.

OMG (antes!). Eu achei uma fotos dos atores que interpretaram a Watts e o Keith atualmente (talvez não tão atualmente):


Okay, voltando para as frases. Isso foi só para dar tempo de você desistir de ler o resto (rs). O que transcrevo ou descrevo são minhas partes favoritas (mais para mim do que para qualquer outro fim), além do final. Se você também viu o filme e quiser comentar qual parte você gostou mais ou quiser ter uma conversa longa sobre como a Watts e o Keith são apaixonantes "beijo, me liga!". 

" Keith: Things aren't too great at home, huh? 
   Watts: Hey, it don't matter. As long as you stand by me, I'm covered."


" Keith: You know a girl named Amanda Jones?
  Watts: In School? What about her?
  K: What do you think of her?
  W: Rat bait. Why?
  K: Just curious.
 W: What about?
  K: Her. Who she is.
 W: Because she's beautiful, right? Guys are so sickening. Really, it must be a drag to be a slave to the male sex drive. 
 K: I didn't say anything about sex.
 W: Oh. Want to start a book club with her? 
 K: I didn't say I wanted to do anything with her. I just think she's interesting.
 W: Don't go mistaking paradise for a pair of long legs.
 K: What's that mean?
 W: Don't go roaming where you don't belong. It's just an opinion."

Ain cara, eu podia transcrever o diálogo dessa cena inteira haha. Algum tempo depois, tem uma cena muito phoda que a Watts está no vestiário e começa se comparar com as outras meninas. Afinal, é díficil você ser diferente dos outros e acho que capturou bem a insegurança que as vezes sentimos quando não fazemos parte do padrão, apesar da mega personalidade dela. As cenas que ela tenta fazer ciúmes no Keith também são muito fofas. Mas a próxima cena impactante e que dá vontade de grifar tudo é quando ela encontro o Keith num bar:


" W: I've been thinking a lot lately about you and me... and I came to a conclusion that I didn't want to deal with. But now that we've talked I can't hide it anymore. We'd get along much better if we didn't spend so much time together anymore. 
   K: Why? 
  W: Because I'm driving you crazy and you're driving me crazy. And I'd rather not see you and have you think good things about me... than have you see me and hate me. 'Cause I can't afford to have you hate me, Keith. The only things I care about in this goddamn life are me and my drums... and you. Adios. "


Maratona nostalgia: Especial John Hughes - She's having a baby

Nessa maratona de filmes do John Hughes: 1. Planejar um viagem nem sempre é tão simples; 2. Um carro com escapamento que faz barulho de tiro sempre pode ser útil; 3. É preciso relaxar e deixar as coisas acontecerem; 4. Um pouco de malandragem sempre ajuda. Nesse quinto filme, acho que aprendi que os medos e incertezas nunca vão nos abandonar, por mais que a gente cresça.

Para mim o filme "She's having a baby" (Ela vai ter um bebê) é uma comédia que retrata muito bem os medos da vida de adulto: casar, trabalhar e ter filhos - sem entrar em questões de padrões e transformações na instituição familiar, já que é um filme de 1988. 

Jake Briggs e Kristy se conheceram quando adolescentes e resolveram que com o fim da faculdade, esse seria um bom momento para se casarem, apesar de Jake não estar muito certo disso. Como todos sabemos o casamento nunca é um mar de rosas e esses dois pombinhos vão aprender isso no dia-a-dia.  

O filme conseguiu me passar todos os sentimentos sobre a ansiedade e incerteza em relação as responsabilidades que vão surgindo na vida, muitas vezes não planejadas e outras planejadas até de mais. Assim interessante como John Hughes colocou o homem como aquele esteriótipo de "dificuldade em se amarrar, pertencer só a uma mulher e ser responsável por ela. Do outro lado, vem a mulher que se sente realizada em construir o seu lar, se tornar independente dos pais e ter filhos. 

No entanto, na cena em que a vizinhança faz um confraternização fica mais evidente, que eles ainda não conseguiam se sentir parte daqueles esteriótipos típicos de filme norte-americanos onde tem a rodinha de homens discutindo sobre seus cortadores de grama e as mulheres falando da vida alheia. 


Mais uma vez, ao tratar do tema familiar, John Hughes colocou um personagem para fazer o papel do diabinho na consciência do homem para tentar convencê-lo de que a vida de solteirão é melhor. Como sempre, ele sempre consegue tratar com bom humor essas questões, e assim como no Ferris Bueller's Day Off, tem uma cena musical.

Um ponto muito interessante das frustrações que John Hughes apresenta no filme é que a questão profissional. Jake é um escritor que está muito longe de ter qualquer coisa que possa se chamar de carreira com isso. Então, ele se vê obrigado a ter um emprego como todo mortal e bater o ponto todas as manhãs, saindo do subúrbio até o centro. Mas como todo escritor, ou pelo menos a maioria, ele sempre dava um jeito de escrever. Assim, ele acaba vendo nos dilemas da nova vida uma bela fonte de inspiração.

Fiquei muito feliz em ver nesse filme a atriz Elizabeth McGovern, ela faz a Cora na série Downton Abbey, e está muito novinha, fofa e linda! Em compensação, o Kevin Bacon tinha a mesma cara estranha que sempre teve para mim.

Enfim, acredito que o trailer resuma bem o filme e já serve com o um pequeno manual sobre a vida de casado:

Moratona nostalgia: Especial John Hughes - Curly Sue

Talvez este esteja sendo um grande erro meu em ter visto o filme há uma semana e deixar só para escrever agora. Ou talvez, isso deixe o post melhor e mais organizado... Não sei, vamos ver. 

Curly Sue conta uma história muito gostosa de ver e acaba se tornando um pouco mais dramática do que eu poderia imaginar. Mais uma vez esse é o John Hughes tratando de questões familiares e de como não podemos ficar presos a primeira impressão que temos dos outros.

Em português, o nome do filme é "A malandrinha" e se encaixa muito bem na história. Bill Dancer é tipico malandro que tenta levar um dia de cada vez, mas as coisas mudam um pouco de figura quando um bebê é abandonado na sua porta. Como além de malandro, ele tem um grande coração, Bill resolve fazer de tudo para criá-la e acaba criando um mini-clone da sua malandragem. E assim, é Curly Sue, uma menininha de 9 anos que sabe se virar muito bem, no entanto, lá no fundo ainda preserva a doçura da infância.

Mas a grande transformação na vida dessa dupla acontece, quando eles acabam em Chicago, depois de pular de cidade em cidade, e resolvem dar um golpe Grey Ellison, uma advogada muito bem sucedida na vida profissional, mas que teve que abdicar muito da vida pessoal para isso.


Bem, o plano era Bill simular um atropelamento com a ajuda de Curly Sue e de fato o consegue, mas só ganham um jantar avantajado numa "burgueria", local um tanto estranho para sofisticada Grey que se sentiu mal pelo que tinha acontecido. A história entre esses três tinha tudo para acabar por ali, mas seja por destino ou forças sobrenaturais (comandadas pelo John Hughes), Grey consegue atropelar Bill de novo, só que dessa vez de verdade!  Muitas mudanças irão acontecer na vida desses personagens que ao primeiro momento podem não parecer muito boas, mas o resultado final para vida deles é o que importa.


A relação do Bill com a Grey, me lembrou muito a clássica trama da dama e do vagabundo. E gostei muito da cena em que cada um passa um dia na vida do outro. O filme também trás questões mais sérias em relação a Curly Sue que não conseguia se adaptar em uma escola, já que eles viviam se mudando, o que fez com que a menina atrasasse sua alfabetização. Sem contar, questões legais que envolve o fato de Bill não ter a guarda da menina. Tudo isso é levantado no filme, não esquecendo da comédia e cenas um tanto que caricatas (e exageradas). 


Um última observação que quero fazer é sobre a participação da Edie Mcclurg que aparece de novo fazendo papel da mulher chata que fica no telefone e não presta atenção no que a gente está pedindo, como no filme "Planes, trains e automobiles", quando ela faz a atendente da agência de aluguel de carros. 


Mais uma coisa! Eu adoro as cenas finais dos filmes do John Hughes que dão uma espécie de conclusão/lição de vida e mostra o personagem principal sorrindo, como se finalmente ele tivesse chegado onde queria. 

Maratona nostalgia: Especial John Hughes - Uncle Buck

Quanto mais vejo os filmes do John Hughes, mais apaixonada fico por suas piadas e pseudo-lições de vida. Não conheço muito do diretor, mas acho que dar lições não seja seu principal objetivo. Sem contar as trilhas sonoras... Nossa, eu adoro ficar ouvindo as músicas do crédito enquanto venho correndo aqui escrever os posts. 


Dessa vez eu assisti Uncle Buck. Nessa comédia, o mesmo ator que representou o Del no Planes, Trains & Automobiles, interpreta Buck. Ele é um tio quarentão que ainda não conseguiu deixar seu lado menino de lado, deixando seu namoro estacionado há oito anos. Como ele mesmo se define: sem casamento, sem filhos, sem um escritório, sempre foi invejado pelos amigos, mas ao ter que cuidar de seus três sobrinhos, ele acaba sentindo o peso de não ter uma família.



Buck é aquele tio que todo mundo reclama, mas que faz uma enorme falta. Meio atrapalhado, ele é uma fofura com seus sobrinhos mais novos e mesmo com sua sobrinha problemática-rebelde de 15 anos, ele consegue ter uma atitude muito fofa de paizão. 


Se você tiver uma tarde de chuva e um balde de pipoca, vale super a pena pegar esse filme para relembrar suas tardes de férias escolares vendo sessão da tarde.

Maratona nostalgia: Especial John Hughes - Planes, trains & automobiles


Sabe quando a única coisa que você quer é chegar em casa, só que o mundo parece estar contra você? Pois, Neal (Steve Martin) só quer chegar a tempo de comemorar o dia de Ação de Graças com sua família, só que nem tudo é tão simples quando todo mundo também quer a mesma coisa.


Nesse filme, dirigido e escrito e produzido e tudo mais pelo John Hughes, ele conta a história de Neal, um homem de negócios que está indo para casa curtir o feriado, e Del, um vendedor de argolas para cortinas de banheiro bem inconveniente e que parece sempre estar no caminho do Neal.

Fazendo jus ao nome em inglês (Planes, trains & automobiles), Neal e Del usam todos os tipos de meios de transporte possível, acho que só faltou um barco. E durante essa trajetória não podia deixar de rolar um monte de confusão. Sei lá, acho que John Hughes tem uma queda por destruir carros e afins. 

Apesar de em português o nome também se encaixar muito bem (Antes só do que mal-acompanhado), não acho que Del mereça esse título de má-companhia. E ao longo do filme você poderá mudar sua opinião sobre ele, pelo menos eu mudei. Afinal, as vezes só precisamos "seguir o fluxo".


Bem, não espere nenhum filme profundo sobre adversidades da vida e pessoas de características diferentes tentando lidar com as situações. Mais uma vez, estamos falando de um filme de comédia do Jonh Hughes. Talvez você tire alguma lição dessa história louca, talvez não. Eu aprendi que depois que chegamos em casa e finalmente podemos respirar e pensar naquele dia de cão sempre podemos encontrar alguma lembrança para rir.

Maratona Nostalgia: Especial John Hughes - Weird Science

Ser popular. Eu não sei se isso retrata todo sonho juvenil, ou mesmo se filmes americanos conseguem retratar a realidade dos jovens brasileiros, mas no final das contas acho que são poucos os filmes que querem realmente tratar a realidade pura e crua, e mesmo esses só conseguem tratar muita das vezes de algo específico, em um tempo e lugar determinados.

Weird Science, ou Mulher Nota 1000 em português, é um filme que está bem longe de querer retratar qualquer realidade. No entanto, podemos ver claramente os dramas que envolve a adolescência: aquele amor não correspondido, a vontade de ser reconhecido e bular as regras. 

Wyatt e Gary são garotos do colegial que, digamos assim, não fazem muito sucesso com as "gatinhas". E como todo filme estadunidense e com a temática high school, os valentões não deixavam barato. O grande sonho dos dois sempre foi a popularidade, mas a timidez e a falta de jeito não os deixavam ir muito além de ficar vendo as meninas na aula de ginástica.


Eis que Gary, enquanto assistia o filme Frankstein, na casa de Wyatt, teve uma brilhante ideia: se não podemos tê-las, porque não fazer uma gatinha só nossa. Aparentemente tudo não passava de uma brincadeira, alguns programas no computador, um rackeamento básico, uma Barbie com fios elétricos e sutiãs na cabeça... Essa bizarra ciência misturada com ritual nerd, acabou dando na Lisa!


Para que eles ia querer garotinhas do ensino médio se podiam ter uma bela mulher de 23 anos, muito sexy, inteligente, divertida e... Com poderes mágicos? Weird! Mas será que ela existe? Seja qual for a da Lisa, ela com certeza vai mostrar para os meninos que eles podem muito mais do que ser invisíveis. 

Durante o filme, não apenas os meninos irão se apaixonar cada vez mais por essa mulher linda, mas você também, seja qual foi sua opção, orientação ou o que for... Meu Deus! Lisa tem a minha idade, quem me dera ser um terço dela, seja sua beleza ou espontaneidade. 


Enfim, o que era para ser um final de semana tranquilo e tedioso, enquanto os pais de Wyatt viajavam, e eles ficavam sob supervisão do irmão mais velho de Wyatt, o Chet, acabou sendo um pouco mais caótico (e divertido) do que esperavam.

Não espere um filme sério (amores, estamos falando de John Hughes hehe), mas se deixe levar pela juventude inconsequente, as roupas bafônicas, a trilha sonora que dá vontade de dançar e no final de semana mais louco da vida desses meninos, com certeza você vai se divertir!


Nem vou falar do elenco e questões mais técnicas para essa resenha não ficar imensa, mas clicando aqui você confere a trilha sonora no 8tracks e aqui embaixo vai o trailer:


Você pode conferir a lista de filmes que eu ainda vou ver nesse link!

Maratona nostalgia: filmes do Jonh Hughes

Bem... Voltei! Nesses quase dois meses longe do blog consegui refletir sobre várias coisas da vida, mas consegui extrair duas lições: "abandonar algo é mais fácil do que  continuar" e "quando imaginamos uma coisa para nosso futuro, pode ter certeza que tem mais 300 opções diferentes para seguir em frente".



Nos dias da crianças, fiquei super nostálgica em relação aos filmes da década de 1980/90. Então, para voltar com as atividades do blog estou pensando em fazer uma maratona dos filmes do John Hughes. Eu já assisti alguns filmes do diretor que faleceu em 2009 e foi responsável por retratar tramas adolescentes das décadas que citei a cima.

Vamos a lista:

( ok ) 1984 - Sixteen Candles (Gatinhas e Gatões)
( ok ) 1985 - The Breakfast Club (O clube dos cinco)
( ok ) 1986 - Ferris Bueller's Day Off (Curtindo a vida adoidado)



Ele também foi escritor/roteirista de outra imensa quantidade de filmes, como "Esqueceram de mim". Não pretendo ver todos, mas vou fazer uma lista dos filmes dele como escritor/roteirista que pretendo ver ou já vi:

(      ) 1983 - Mr. Mom
( ok ) 1987 - Some kind of wonderful
( ok ) 1991 - Career Opportunities
(      ) 2001 - Just Visiting

O último filme que teve um toque dele foi o Drillbit Tylor (Meu nome é Taylor) estrelado pelo Owen Wilson. Nesse filme três adolescentes decidem contratar um guarda costas para os proteger dos valentões do ensino médio. Um filme bobo, mas engraçado e bem a cara das confusões juvenis escritas por John Hughes. O filme foi baseado em uma ideia do Hughes.


Nem vou falar que você tem que ver algum filme que tenha o toque dele, porque com certeza você já viu. Você pode conferir a lista completa: clique aqui!